SISTEMA
PRISIONAL BRASILEIRO
Autor: José Edvaldo
Pereira dos Santos
Coautor: Demerson Bruno
Oliveira Pereira
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| Fonte: https://canalcienciascriminais.jusbrasil.com.br/artigos /603555046/brasil-tera-1-47-milhao-de-presos-ate-2025 |
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| Fonte: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia -brasil/2016/10/29/unidades-socioeducativas-do-ceara- sao-piores-do-que-presidios-diz-pesquisador.htm |
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| Fonte: https://canalcienciascriminais.jusbrasil.com.br/artigos /603555046/brasil-tera-1-47-milhao-de-presos-ate-2025 |
As
discussões sobre o sistema prisional brasileiro são diversas, muito tem se
preocupado com as superlotações e a necessidade de redução desta população
prisional no Brasil. O presente trabalho coloca como objetivo buscar
alternativas através do levantamento de dados para que a sociedade busque
melhorar no sistema penitenciário brasileiro. Tem como método pesquisas
bibliográfica em livros, revistas e sítios virtuais conceituados para abordar o
tema do sistema prisional brasileiro. Com foco na superlotação e na possível
terceirização dos presídios brasileiros. Traz como resultado um número
alarmante de presos, como constata o levantamento de presos feito em 2007,
feito pelo Conselho Nacional de Justiça e Departamento Penitenciário Nacional
(CNJ/DPN), o Brasil tinha 422.373 presos, número que subiu 6,8% (451.219) em
2008 e 4,9% (473.626) em 2009. Atualmente, o país conta com quase 500 mil
presos – seguindo esse ritmo, estima-se que em uma década dobre a população
carcerária brasileira. O Brasil é a terceira maior população carcerária do
mundo, só fica atrás dos Estados Unidos (2,3 milhões de presos) e da China (1,7
milhões de presos). Dos quase 500 mil presos, 56% já foram condenados e estão
cumprindo pena e 44% são presos provisórios que aguardam o julgamento de seus
processos; A capacidade prisional é de cerca de 320 mil presos. Assim, o
déficit no sistema prisional gira em torno de 180 mil vagas. Conclui neste
trabalho que o sistema penitenciário brasileiro está em calamidade. É quase que
impossível resocializar um preso, além disso, vem ainda o alto custo que cada
preso tem para com o estado, ressaltando que este custo é diário.
Palavras-Chaves: Superlotação, Prisão
Brasileira, Privatização dos Presídios.
Autor: José Edvaldo Pereira dos Santos,
Graduado em Letras pela (UFPB), Pós-graduado em Gênero e Diversidade na Escola
(UFPB), Graduando em Direito pela (FMN).
Email: jedvaldorn@hotmail.com
Email: jedvaldorn@hotmail.com
Coautor: Demerson Bruno Oliveira Pereira,
Graduando em Direito pela (FMN).
Email: dbruno_oliveira@hotmail.com
Referências
AZEVEDO, A. H. C.Sistema Prisional Brasileiro.
Revista Científica da UNESC. Rondônia. V.13, n. 16, 2015.
LEVY, C. H. S. Sistema Prisional Brasileiro. Revista
Científica da UNESC. Rondônia. V.13, n. 16, 2015.
ALMO, M. P. S. Sistema Prisional Brasileiro. Revista
Científica da UNESC. Rondônia. V.13, n. 16, 2015.
PASOLINE, W. F. Sistema Prisional Brasileiro.
Revista Científica da UNESC. Rondônia. V.13, n. 16, 2015.
SOUZA, Z. S. Sistema Prisional Brasileiro. Revista
Científica da UNESC. Rondônia. V.13, n. 16, 2015.
CAVALLI, K. Sistema Prisional Brasileiro. Revista
Científica da UNESC. Rondônia. V.13, n. 16, 2015.



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